Dor crônica
Entender por que sua dor sempre volta é o primeiro passo para quebrar esse ciclo.
Muitas pessoas convivem com dores que melhoram por alguns dias ou semanas, mas acabam voltando repetidamente. Essas crises podem acontecer na coluna, pescoço, ombros, joelhos, quadris, músculos ou em outras regiões do corpo.
Embora uma lesão inicial possa desencadear a dor, nem sempre ela continua sendo a principal responsável pelas crises recorrentes. Com o tempo, fatores como alterações do movimento, perda de condicionamento físico, sobrecarga, sono inadequado, estresse e maior sensibilidade do sistema nervoso podem contribuir para que a dor volte mesmo após períodos de melhora.
Nosso objetivo não é apenas aliviar a crise atual, mas identificar os fatores que mantêm esse ciclo para reduzir as recorrências e ajudar você a recuperar sua qualidade de vida.

Sintomas comuns
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Dor que melhora e volta com frequência e há mais de 3 meses
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Medo de realizar determinados movimentos por receio de a dor voltar.
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Sensação de nunca conseguir uma melhora duradoura.
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Limitação para trabalhar, praticar exercícios ou realizar atividades do dia a dia.
O que pode contribuir
Perda de força e condicionamento
Músculos menos preparados suportam pior as demandas do dia a dia e da atividade física.
Sobrecarga física
Excesso de esforço, mudanças repentinas na rotina ou aumento da carga podem favorecer novas crises.
Sono inadequado
Dormir mal reduz a capacidade de recuperação dos tecidos e aumenta a sensibilidade à dor.
Estresse
Situações de estresse físico ou emocional podem influenciar tanto a intensidade quanto a frequência das crises.

Alterações de movimentos
Compensações desenvolvidas ao longo do tempo podem aumentar a sobrecarga em determinadas regiões do corpo.
Sensibilização do sistema nervoso
Quando a dor persiste ou se repete por muito tempo, o sistema nervoso pode tornar-se mais sensível, facilitando o aparecimento de novas crises.
O que pode contribuir
Nosso tratamento é individualizado e combina diferentes estratégias para reduzir dor, melhorar a função e prevenir novas crises
Como tratamos
Nosso tratamento é individualizado e combina diferentes estratégias para reduzir dor, melhorar a função e prevenir novas crises.
Educação em dor
Compreender por que a dor volta ajuda a reduzir o medo e aumenta a confiança para retomar o movimento.
Exercício terapêutico
Fortalecimento, mobilidade, controle motor e condicionamento físico para aumentar a capacidade do corpo de lidar com as demandas do dia a dia.
Terapia Manual
Quando indicada, pode ajudar no controle da dor e facilitar a recuperação do movimento, sempre integrada a um programa ativo de reabilitação.
Reabilitação funcional
Planejamento individualizado para retornar ao trabalho, ao esporte e às atividades diárias de forma progressiva e segura.

A boa notícia
A dor miofascial costuma apresentar excelente resposta ao tratamento conservador.
Quando os fatores que mantêm a dor são identificados e tratados de forma individualizada, é possível reduzir significativamente os sintomas e recuperar a qualidade do movimento.
O que a ciência mostra
As evidências científicas mostram que a dor miofascial não depende apenas da presença de pontos-gatilho. Fatores como alterações musculares, sensibilização do sistema nervoso, qualidade do sono, estresse, atividade física e hábitos de vida influenciam o aparecimento e a persistência dos sintomas.
Por isso, as melhores evidências recomendam uma abordagem individualizada, combinando educação em dor, exercícios terapêuticos, terapia manual quando indicada e estratégias para melhorar a função e a qualidade de vida.
Quando procurar ajuda?
A dor persiste mais do que alguma semanas e tem crises recorrentes.

Você sente pontos dolorosos que irradiam para outras regiões.
Limita suas atividades diárias ou de trabalho ou lazer.

A dor melhora apenas temporariamente com massagens ou medicamentos.

