Dor lombar
Volte a se movimentar com mais segurança e sem dor.
A dor lombar é uma das condições musculoesqueléticas mais comuns no mundo. Embora muitas vezes esteja associada a alterações estruturais observadas em exames, fatores como sedentarismo, estresse, qualidade do sono, hábitos de movimento e sensibilização do sistema nervoso também podem influenciar sua persistência.
Nosso objetivo é ajudá-lo a compreender sua dor, recuperar a confiança no movimento e retomar suas atividades com segurança.

Sintomas comuns
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Dor na região lombar
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Rigidez e sensação de travamento lombar
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Dor que pode irradiar para glúteos e pernas (ciatalgia)
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Dor ao inclinar o tronco, virar na cama, sentar, caminhar ou levantar objetos.
O que pode contribuir
Sedentarismo
Falta de movimento enfraquece os músculos e sobrecarrega a coluna.
Desequilíbrio muscular
A dor inibe os músculos do CORE e aumenta a atividade dos músculos superficiais.
Sono inadequado
Dormir mal interfere na recuperação do corpo e aumenta a sensibilidade a dor.
Estresse
O estresse aumenta a tensão muscular e pode intensificar a percepção de dor.
Movimentos repetitivos
Gestos repetidos podem gerar sobrecarga e dor persistente.
Medo e evitação do movimento
Evitar atividades pode aumentar a rigidez e manter o ciclo da dor.
O que pode contribuir
Nosso tratamento é individualizado e combina diferentes estratégias para reduzir dor, melhorar a função e prevenir novas crises
Como tratamos
Nosso tratamento é individualizado e combina diferentes estratégias para reduzir dor, melhorar a função e prevenir novas crises
Educação em dor
Entender os mecanismos da dor reduz medo e insegurança
Exercício terapêutico
Fortalecimento, mobilidade e controle motor para recuperar o movimento
Terapia Manual
Técnicas para reduzir dor, tensão muscular e melhorar a mobilidade.
Reabilitação funcional
Treinos específicos para atividades que fazem parte da sua rotina.

A boa notícia
Mais de 90% dos casos de dor lombar melhoram com tratamento conservador adequado, movimento progressivo e acompanhamento profissional.
O que a ciência mostra
Estudos recentes mostram que exercício terapêutico, educação em dor e atividade física progressiva estão entre as estratégias mais eficazes para reduzir a dor, melhorar a função e prevenir novas crises.
Quando procurar ajuda?
A dor persiste mais do que alguma semanas.
Dor retorna com frequência
Limita suas atividades diárias ou de trabalho
Há perda de força nas pernas
Sente formigamento ou alteração de sensibilidade
Em caso de perda de controle urinário ou intestinal, dormência na região íntima, perda progressiva de força ou alterações neurológicas importantes, procure atendimento médico imediatamente.

